quinta-feira, setembro 29, 2011

O Valor das Coisas


Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais ou num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

Autoria: George Carlin


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Contato: Vivian Maria Denny Psicóloga Clinica – Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) – CRP 06/63504; vivian.psico@hotmail.com

quarta-feira, setembro 28, 2011

O Mito da Caverna: Reflexão sobre superação, perseverança e mudanças






Havia uma caverna subterrânea com uma única abertura para o mundo exterior.
Dentro dela, seres humanos acorrentados pelas pernas e pescoços, vivendo na semi-escuridão desde a infância, presos de tal modo que não se podiam mover.
Tais homens, verdadeiros prisioneiros, ficavam de costas para a abertura da caverna e só podiam olhar para frente onde havia uma parede, pois eram impedidos de virar a cabeça por causa das correntes.
A única luz que viam era proveniente de uma fogueira que ardia do lado de fora da caverna, e que projetava, para seu interior, sombras de pessoas e objetos que passassem entre a fogueira e a entrada da caverna.
Assim, os prisioneiros acreditavam que as sombras que viam eram a única verdade, a realidade do seu mundo.
Em certo momento, um dos prisioneiros foi libertado das correntes e trazido para fora da caverna.
No seu processo de adaptação à nova realidade, precisou acostumar-se com a claridade do fogo e a visão de um novo mundo.
Viu primeiro as sombras no chão, depois os reflexos de homens e objetos na água, e então, fitou-os diretamente.
Depois, vendo o céu, o sol, pôde raciocinar sobre eles.
Tocou em objetos, pisou o solo e olhou para todos os lados.
Descobriu fatos e coisas nunca antes imaginados, uma nova realidade.
Passando algum tempo, maravilhado com o grande processo de mudança que tinha vivido, lembrou-se dos companheiros e retornou à caverna.
Era importante dar aos demais prisioneiros a oportunidade de descobrir outra realidade.
Mas sua missão não foi fácil.
Por sua dificuldade em acostumar-se novamente à semi-escuridão e em interpretar as sombras com a mesma habilidade, passou, a princípio, a ser ridicularizado pelo grupo.
Os prisioneiros da caverna ainda acreditavam na sua "realidade", e concluíram que o prisioneiro libertado voltava enxergando menos que antes, contando estranhas histórias sobre uma "realidade impossível".
Julgavam ser melhor não sairem da caverna, não rejeitarem as sombras tão familiares em troca de um mundo "melhor", porém desconhecido.
Apesar das dificuldades, o "iluminado" enfrentou, com paciência e determinação, sua missão, compreendendo as resistências impostas por seus companheiros e mantendo-se firme na busca pela evolução e pelo descobrimento de coisas novas para ele e seus semelhantes. 

Escrita há cerca de 2500 anos, pelo filosofo Platao, o mito da caverna constitui um modelo de perseverança, superacao e crescimento.
Quando saímos de nossas "cavernas" para o mundo exterior, buscando qualidade de vida, estamos percorrendo o mesmo caminho do prisioneiro libertado: o caminho da liberdade, da superação dos medos pelo desconhecido e da evolução. Da mesma forma, quando retornamos à caverna, para motivar nossos colegas, devemos estar preparados para enfrentar as barreiras às mudanças e os comportamentos conservadores que preferem as sombras conhecidas à nova realidade fora da caverna.
É o momento de refletirmos sobre nossos caminhos, progressos e também sobre nossa missão como agentes de mudanças e de encorajadores para o novo.


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quinta-feira, setembro 22, 2011

Tudo depende só de mim




A maneira como voce encara as adversidades da vida, determinará como serao os seus dias: Pense, reflita e principalmente: Escolha!


"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo.
Ou agradecer às águas por levarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro.
Ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde.
Ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria.
Ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar.
Ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas da casa.
Ou agradecer a Deus por ter teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos.
Ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saírem como planejei, posso ficar feliz por ter como recomeçar.
O dia está à minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
TUDO DEPENDE SÓ DE MIM!"


Autor: Charles Chaplin


segunda-feira, setembro 19, 2011

Resiliência – O comportamento dos Vencedores


Resiliênciaresiliencia-1
(inglês resilience)
s. f.
1. [Física] Propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original após sofrer choque ou deformação.
2. [Figurado] Capacidade de superar, de se recuperar de adversidades.
A psicologia tomou esse termo emprestado da física, definindo resiliência como a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse, eventos traumáticos, dentre outros - sem entrar em surto psicológico.
É um termo utilizado para definir a capacidade humana de passar por experiências adversas sucessivas sem prejuízos para o desenvolvimento, que propiciam ao ser humano, condições para enfrentar e superar problemas e adversidades e de ser fortalecido por elas.
O equilíbrio humano é semelhante à estrutura de um prédio, se a pressão for superior à resistência, aparecerão rachaduras (doenças e lesões, por exemplo). Dentre as mais diferentes doenças psicossomáticas que se manifestam no indivíduo que não possui resiliência, estão não apenas o estresse, mas doenças graves como a gastrite até a síndrome do pânico, incluindo ainda problemas como vaginites, doenças intestinais, hipertensão arterial, dentre outros males.
Na Neuropsiquiatria, estudos têm demonstrado que nosso cérebro tem a capacidade de
se moldar diante dos acontecimentos vivenciados em nosso dia-a-dia, sendo que o ambiente em que estamos inseridos tem papel transformador. Nesse sentido, nossa capacidade de renovação é completa: nossos pensamentos, atitudes e formas de assimilação para determinados acontecimentos. Certas pessoas tornam-se resignadas e acabam aceitando, passivamente, os dissabores da vida. Essa resignação compromete a ação de lutar contra o que ocorre, e a renúncia gera a acomodação frente a cada situação diferente e nova. Costuma-se dizer que tais pessoas sofrem da "Síndrome da Gabriela": "eu nasci assim, eu cresci assim, sempre fui assim". Outras são, totalmente, reativas. O ambiente é que comanda sua satisfação pela vida. Suas reações são reclamar e praguejar, sendo que nem ao menos tomam alguma atitude efetiva para a mudança. A revolta é uma das principais características de comportamento. Mas, há aquelas que além de confrontarem as situações, enfrentam as tensões com desenvoltura, fazendo de cada experiência um aprendizado positivo. Ao invés de focarem no problema, focam na solução. Ou seja, desenvolveram ao longo da vida, um comportamento resiliente.
A Resiliência não é um traço de caráter hereditário que possuímos ou deixamos de possuir. Trata-se de uma conquista pessoal. Não é à toa que a superação e o crescimento humano são potencializados em momentos de dificuldade!
Uma pessoa resiliente não se abate facilmente, não culpa os outros pelos seus fracassos e usa sua energia para lutar. O fatalismo e o sentimento de vítima do destino passam longe dessas pessoas. Pensamentos negativos como tudo é difícil, não consigo mudar de rumo ou ninguém faz nada por mim, não fazem parte de suas vidas. Ao contrário, vão à luta para reverter situações indesejáveis.
Toda tentativa de mudança pode produzir insegurança, medo e desejo de manter a rotina já conhecida. Não adianta a pessoa reclamar do destino, ao invés de tentar mudar e começar algo novo. Se nada for feito, a tendência é agravar os problemas a cada dia que passa, podendo surgir sintomas de angústia, depressão, úlcera, labirintite e outros distúrbios psicossomáticos.
É possível ter a ilusão de acostumar-se com os problemas, quando na verdade eles não param de crescer. Muitas vezes as pessoas insistem em comportamentos negativos e depois reclamam. Reclamar é inútil, pois a única saída é analisar a situação e buscar uma solução. Repetir os mesmos erros e esperar que os resultados melhorem é acumular frustrações. Isso só pode nos deixar infelizes.
É importante reagir, começar agora a mudar a situação indesejada: estudar, trabalhar, cuidar da saúde, estabelecer relações prazeirosas, adquirir novos hábitos de vida, organizar-se. Manter vínculos com pessoas que possam dar apoio e estímulo para novas conquistas pode ajudar na superação dos problemas, mas não se deve esperar que façam o papel de salvadores do fundo do poço. Cada pessoa deverá encontrar a melhor solução para si mesma.
Nos dias de hoje, mesmo com o estresse, manter a qualidade de vida e o equilíbrio emocional sao essenciais. Mas como fazer isso? A resposta é simples: treinando a capacidade de cada indivíduo de desenvolver a resiliência.
O pesquisador George Souza Barbosa entende a resiliência como um “amálgama de 7 fatores”: Administração das Emoções, Controle dos Impulsos, Empatia, Otimismo, Análise Causal, Auto Eficácia e Alcance de Pessoas (Barbosa, 2006).
Administração das Emoções é a habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. Pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as pistas que lêem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, promovendo a auto regulação. Quando esta habilidade é rudimentar, as pessoas encontram dificuldades em cultivar vínculos, e, com freqüência desgastam no âmbito emocional aqueles que convivem em família ou no trabalho.
Controle de Impulsos se refere à capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema muscular (nervos e músculos). É a aprendizagem de não se levar impulsivamente para a experiência de uma emoção. As pessoas podem exercem um controle frouxo ou rígido do seu sistema muscular, sendo que esses sistemas estão vinculados à regulação da intensidade das emoções. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O Controle de Impulso garante a auto-regulação dessas emoções, ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções.
Otimismo se definiria pela crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos.
Análise do Ambiente se trata da capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presente no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro, ao invés de se posicionar em situação de risco.
Empatia significa a capacidade que o ser humano tem de compreender os estados psicológicos dos outros (emoções e sentimentos). É a capacidade de decodificar a comunicação não verbal e organizar atitudes a partir desta leitura.
Auto Eficácia se refere à convicção de ser eficaz nas ações propostas. É a crença de que resolverá seus próprios problemas por meio dos recursos que encontra em si mesmo e no ambiente.
Alcançar Pessoas é a habilidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas, sem receios e medo do fracasso. É a capacidade de se conectar a outras pessoas com a finalidade de viabilizar a formação de fortes redes de apoio.
Barbosa defende que tais fatores quando agrupados propiciam a superação da adversidade relacionada ao sentido da vida, no próprio resiliente e no seu próximo e é essa aglutinação que possibilita o produto da maturidade emocional.
Dicas para aumentar a capacidade de resiliência:
Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade.
Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação.
Praticar esportes para aumentar o ânimo e a disposição.
Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o "ponto de apoio para recuperar-se".
Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança.
Transformar-se em um otimista incurável, visualizando sempre um futuro bom.
Assumir riscos (ter coragem).
Tornar-se um "sobrevivente" repleto de recursos.
Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas).
Separar bem quem você é e o que faz.
Usar a criatividade para quebrar a rotina.
Examinar e refletir sobre a sua relação com o dinheiro.
Um exemplo de Resiliência:
Em setembro de 1998, o bicampeão em iatismo, Lars Schmidt Grael, teve sua perna direita amputada, devido a um acidente que interrompeu sua vitoriosa carreira esportista. Ao ser entrevistado e questionado sobre qual teria sido a lição aprendida desse episódio, Lars Grael concluiu: "O erro das pessoas, em geral, é se voltar para trás. Comparar o presente com o que tinham antes. Se eu fosse comparar minha vida anterior com a vida que levo hoje, com certeza teria entrado em depressão. Mas não adianta ficar olhando para trás. Temos que lidar com o "aqui e agora". Poderia ter sido pior, e tenho a obrigação de me sentir no lucro".
Referencia: BARBOSA, George. S. Resiliência em professores do ensino fundamental de 5ª a 8ª Série: Validação e aplicação do questionário do índice de Resiliência: Adultos Reivich-Shatté/Barbosa. Tese (Doutorado em Psicologia Clínica). São Paulo: Pontifica Universidade Católica, 2006.

  • Conteúdo atualizado em Nov/ 2016.

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sexta-feira, setembro 16, 2011

Um Passo Apenas

Não importa há quanto tempo você
esteja andando para o Norte, com apenas
um passo você é capaz de andar para o Sul.
O que é preciso para dar uma
volta de cento e oitenta graus na sua vida?
Apenas um passo.
Você está a apenas um passo de uma dieta mais equilibrada,
a um passo de melhorar suas finanças pessoais,
a um passo de ser um profissional muito melhor,
a um passo de ter um relacionamento mais gratificante.
Daqui a um minuto, seus piores problemas
podem estar todos atrás de você,
ao invés de estarem na sua frente.
Com apenas um passo,
o melhor dia da sua vida pode ainda estar por vir,
e não estar perdido em algum lugar do passado distante.
Num instante, todas as energias negativas na sua vida
podem ser redirecionadas para alguma coisa positiva.
Apenas um passo é necessário para romper essa inércia,
e dar à sua vida o rumo que você realmente gostaria que ela tivesse.


quinta-feira, setembro 15, 2011

Terapia Cognitivo Comportamental (TCC)


A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) é um método de psicoterapia breve, orientada e estruturada ao presente, direcionada a resolver problemas atuais, reestruturar os pensamentos e a modificar as emoções e os comportamentos disfuncionais.
Seu princípio básico é de que a maneira como percebemos uma situação e pensamos diante dela, e não a situação em si que determina nossas emoções e comportamentos. Por exemplo, estar em um Shopping Center não representa uma situação ameaçadora para a maioria das pessoas e, portanto, não desperta fortes emoções. Porém, para um paciente com transtorno de ansiedade, estar em um Shopping pode ser percebido como ameaçador, pois ele pode pensar que algo de pior vai lhe acontecer como: vou ter um ataque ou as pessoas vão ficar me olhando e rindo de mim, dentre outros pensamentos, levando a emoções muito fortes e a comportamentos ditos disfuncionais (sente-se mal, quer ir embora do local, etc). Em outras palavras, as nossas cognições (pensamentos) determinam as emoções (sentimentos) e comportamentos (ações) que as acompanham. Portanto, atua-se sobre as cognições, buscando, dessa forma, alterar as emoções e os comportamentos que estão causando angústia para o indivíduo. Daí origina-se o nome de Terapia Cognitivo Comportamental.
Ao longo do processo terapêutico, o terapeuta procura atuar diretamente sobre o sistema de esquemas e crenças do paciente a fim de promover sua reestruturação cognitiva. Em paralelo à reestruturação, o terapeuta cognitivo utiliza ainda uma abordagem de resolução de problemas.

          Alguns transtornos para os quais a TCC é eficaz:
  • Depressão (visão negativa de si, dos outros e do mundo);
  • Insônia;
  • Hipomania ou episódios maníacos (visão inflada de si, dos outros e do mundo);
  • Ideação ou comportamento suicida (desesperança em relacao ao futuro);
  • Ansiedade - generalizada ou estado de panico (ameaça real ou imaginaria de perigo iminente);
  • Fobias (ansiedade persistente, intensa e irreal, em resposta a uma situação específica);
  • Estado paranóide (visão dos outros como manipuladores e mal intencionados);
  • Transtorno obsessivo-compulsivo - TOC (pensamentos continuados e persistentes sobre segurança; atos repetitivos para precaver-se de ameaças; rituais);
  • Anorexia e bulimia (auto-imagem corporal ditorcida);
  • Hipocondria (preocupação exagerada com doenças);
  • Dentre outros.
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A FELICIDADE PODE DEMORAR


Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer
senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente,
e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar,
tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração
pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol,
a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança,
te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor,
apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá
ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores
importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu.
(dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores
e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém
que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que
quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa
te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco.
Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda
mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não
esteja apenas de passagem...