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terça-feira, junho 20, 2017

Os monges e a mulher no rio

"Em um monastério, viviam dois monges que eram muito amigos e sempre cumpriam seus afazeres em conjunto. É fato que monges não podem se aproximar de mulheres, nem ao menos, nelas tocar. Certo dia, ao atravessarem a floresta para comprar mantimentos na cidade, se depararam com uma mulher que estava com dificuldades para atravessar o rio que dava acesso ao vilarejo e que se encontrava agitadíssimo.
Um dos monges disse:
– Não podemos ajudá-la, fizemos voto de que não poderíamos tocar em mulher alguma.
 


O outro monge replicou:
– Também fizemos voto de ajudar a todas as pessoas e criaturas deste mundo, sem haver distinção.
Então, este mesmo monge colocou a mulher em suas costas e atravessou o rio, deixando-a na outra margem.
Os dois monges seguiram caminho e durante a jornada houve uma grande pausa na conversação dos mesmos. Logo, o silêncio foi interrompido pelo monge que era contra a idéia de carregar a jovem, que disse:
– Você não devia tê-la carregado, ela vai ser um peso para sua caminhada!
O outro monge, sabiamente respondeu: – Eu deixei a mulher na outra margem do rio. No entanto, você é quem continua carregando a mulher na sua caminhada..."

(Autor Desconhecido).

E você ja parou pra pensar: Onde está a sua mente agora? Ainda está carregando as bagagens do passado?

segunda-feira, fevereiro 20, 2017

E Voce prefere ter Razão ou ser Feliz?

Oito da noite numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho que ela conferiu no mapa antes de sair. Ele dirige o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber:
- Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais.
E ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite.
E voce? Escolhe ser feliz ou ter razão?

Contato: Vivian Maria Denny Psicóloga Clinica – Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) – CRP 06/63504; vivian.psico@hotmail.com 

sexta-feira, fevereiro 17, 2017

Deixe a Raiva secar...

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manhã. Júlia, então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme pôr aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: - Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mãe, com muito carinho, ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar a sua casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra do que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro, depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha! Com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro, depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
- Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.
E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto para contar história do vestido novo que havia sujado de barro.
Contato:
Vivian Maria Denny Psicóloga Clinica – Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) – CRP 06/63504; vivian.psico@hotmail.com 

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

O Tempo

"Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorde com um saldo de R$ 86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo do dia para o dia seguinte.
Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia.
O que você faz?
Você irá gastar cada centavo, é claro!
Todos nós somos cliente deste banco que estamos falando.
Chama-se TEMPO.
Todas as manhãs são creditados para cada um 86,400 segundos.
Todas as noites o saldo é debitado como perda.
Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte.
Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam.
Não há volta. Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário.
Invista então no que for melhor, na saúde, felicidade e sucesso!
O relógio está correndo.
Faça o melhor para o seu dia-a-dia.

• Para você perceber o valor de UM ANO, pergunte para um
estudante que repetiu o ano.
• Para você perceber o valor de UM MÊS, pergunte para uma mãe
que teve o seu bebê prematuramente.
• Para você perceber o valor de UMA SEMANA, pergunte a um
editor de um jornal semanal.
• Para você perceber o valor de UM DIA, pergunte a uma diarista
que não pode ir ao trabalho.
• Para você perceber o valor de UMA HORA, pergunte aos amantes
que estão esperando para se encontrar.
• Para você perceber o valor de UM MINUTO, pergunte a uma
pessoa que perdeu o trem.
• Para você perceber o valor de UM SEGUNDO, pergunte a uma
pessoa que conseguiu evitar um acidente.
• Para você perceber o valor de UM MILÉSIMO de segundo,
pergunte a alguém que ganhou a medalha de prata em uma Olimpíada.

Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém especial suficiente para gastar o seu tempo junto com você.
O ontem é história.
O amanhã é um mistério.
O hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de PRESENTE! "
Contato:
Vivian Maria Denny Psicóloga Clinica – Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) – CRP 06/63504; vivian.psico@hotmail.com 

quarta-feira, setembro 28, 2011

O Mito da Caverna: Reflexão sobre superação, perseverança e mudanças






Havia uma caverna subterrânea com uma única abertura para o mundo exterior.
Dentro dela, seres humanos acorrentados pelas pernas e pescoços, vivendo na semi-escuridão desde a infância, presos de tal modo que não se podiam mover.
Tais homens, verdadeiros prisioneiros, ficavam de costas para a abertura da caverna e só podiam olhar para frente onde havia uma parede, pois eram impedidos de virar a cabeça por causa das correntes.
A única luz que viam era proveniente de uma fogueira que ardia do lado de fora da caverna, e que projetava, para seu interior, sombras de pessoas e objetos que passassem entre a fogueira e a entrada da caverna.
Assim, os prisioneiros acreditavam que as sombras que viam eram a única verdade, a realidade do seu mundo.
Em certo momento, um dos prisioneiros foi libertado das correntes e trazido para fora da caverna.
No seu processo de adaptação à nova realidade, precisou acostumar-se com a claridade do fogo e a visão de um novo mundo.
Viu primeiro as sombras no chão, depois os reflexos de homens e objetos na água, e então, fitou-os diretamente.
Depois, vendo o céu, o sol, pôde raciocinar sobre eles.
Tocou em objetos, pisou o solo e olhou para todos os lados.
Descobriu fatos e coisas nunca antes imaginados, uma nova realidade.
Passando algum tempo, maravilhado com o grande processo de mudança que tinha vivido, lembrou-se dos companheiros e retornou à caverna.
Era importante dar aos demais prisioneiros a oportunidade de descobrir outra realidade.
Mas sua missão não foi fácil.
Por sua dificuldade em acostumar-se novamente à semi-escuridão e em interpretar as sombras com a mesma habilidade, passou, a princípio, a ser ridicularizado pelo grupo.
Os prisioneiros da caverna ainda acreditavam na sua "realidade", e concluíram que o prisioneiro libertado voltava enxergando menos que antes, contando estranhas histórias sobre uma "realidade impossível".
Julgavam ser melhor não sairem da caverna, não rejeitarem as sombras tão familiares em troca de um mundo "melhor", porém desconhecido.
Apesar das dificuldades, o "iluminado" enfrentou, com paciência e determinação, sua missão, compreendendo as resistências impostas por seus companheiros e mantendo-se firme na busca pela evolução e pelo descobrimento de coisas novas para ele e seus semelhantes. 

Escrita há cerca de 2500 anos, pelo filosofo Platao, o mito da caverna constitui um modelo de perseverança, superacao e crescimento.
Quando saímos de nossas "cavernas" para o mundo exterior, buscando qualidade de vida, estamos percorrendo o mesmo caminho do prisioneiro libertado: o caminho da liberdade, da superação dos medos pelo desconhecido e da evolução. Da mesma forma, quando retornamos à caverna, para motivar nossos colegas, devemos estar preparados para enfrentar as barreiras às mudanças e os comportamentos conservadores que preferem as sombras conhecidas à nova realidade fora da caverna.
É o momento de refletirmos sobre nossos caminhos, progressos e também sobre nossa missão como agentes de mudanças e de encorajadores para o novo.


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Contato: vivian.psico@hotmail.com – F: (19) 3232-8181 - Campinas/ SP ou (11) 4013-2748 Itu/ SP